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20.09.2026

Melhores Cartões com Cashback em 2026

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Um cartão com cashback é um meio de pagamento que te devolve uma parte do dinheiro que gastas numa compra.

Essa devolução pode acontecer de várias formas, desde receberes o dinheiro de volta na tua conta, ser aplicado diretamente numa poupança, o saldo acumular para usares em compras futuras, ou ser descontado na fatura do cartão.

Neste artigo vamos analisar os melhores cartões com cashback, perceber como escolher a opção mais adequada para ti, explicar como funcionam e abordar os cuidados a ter.

Melhores cartões com cashback em Portugal

Regra geral, os cartões com cashback oferecem taxas entre 1% e 5%:

Nome do cartão Cashback oferecido Condições Comissões Tipo de cartão
Bybit Card* 1% de cashback em todas as compras elegíveis, sem limite mensal, pago em USDC ou Bitcoin; utilizadores VIP recebem 2% a 10% (com limites mensais); novos utilizadores têm 10% nos primeiros 30 dias (máx. 120€) Conta na Bybit EU (MiCA, FMA Áustria) com verificação de identidade. Cashback pago em cripto, sujeito a volatilidade. Compras de cripto, comissões e transferências não contam Sem anuidade nem custo de emissão; 0,5% de taxa de câmbio fora do euro; 0,9% na conversão cripto-fiat; ATM grátis até 100€/mês (2% depois) Débito
BankinterCard Gold 3% de cashback, durante os primeiros 12 meses, até 5€ por mês Só nos primeiros 12 meses, máx. 5€/mês (60€/ano). Condições seguintes não especificadas Sem anuidade / comissão de disponibilização Crédito
BBVA Affinity 1% de desconto em cashback nos postos Repsol; na 1ª compra no Grupo Inditex (até 90 dias da ativação do cartão) tem um desconto de 10% Não especificado Sem anuidade / comissão de disponibilização (TAEG 14,5%; TAN 13,964%) Crédito
BPI Prémio 2% de cashback em todas as compras; até 15% em parceiros definidos Já não está à venda, só para quem o tem. Creditado a cada 10€ acumulados e só se os pagamentos mensais não excederem 50% do saldo em dívida Comissão de disponibilização de 20,00€/ano (consultar preçário BPI) Crédito
Cetelem Black Plus 3% nas compras em TVDE, streaming, pontos de carregamento de elétricos, supermercados, restaurantes e gasolineiras Máx. 120€/ano (10€/mês). Até 30/09/2026: 50€ em vales na adesão online, com 300€ em compras nos primeiros 45 dias Sem anuidade / comissão de disponibilização (TAEG 18,5%; TAN 14,79%) Crédito
Cofidis Até 14 de outubro de 2026: 1% (plano Standard) / 2% (plano "Mais por 2€"). A partir de 15 de outubro de 2026: 0,5% (Standard) / 1% (plano passa a chamar-se "Mais por 5€") Produto descontinuado, só para clientes atuais. Máx. anual de 100€ / 200€, que passa a 50€ / 100€ a 15/10/2026 Sem anuidade (plano Standard) / 2€ por mês, valor que sobe para 5€ por mês a 15 de outubro de 2026 Crédito
Curve Pay Pro 1% em compras em seis retalhistas à escolha; 1% em compras fora da Europa (planos pagos) Cashback nos retalhistas escolhidos sujeito à Fair Use Policy. O plano Pro+ (17,99€/mês) dá 12 retalhistas 9,99€ por mês (existe plano X por 5,99€/mês, sem retalhistas à escolha) Agrega tudo num cartão (débito ou crédito)
Finom Cartão Standard: 1% (basic) ou 3% (smart), mas apenas nos primeiros 3 meses e só para contas abertas a partir de 20 de agosto de 2026. Cartão Prime (opcional, em qualquer plano): 1% permanente. Planos Pro/Grow: 0,5% / 1% acima de 1.000€/mês, sem limite Só para empresas e independentes (30 dias grátis). Desde 20/08/2026 os clientes Basic e Smart existentes perderam o cashback do cartão Standard. Novos clientes: basic só acima de 1.500€/mês, teto 8€/mês. Smart, teto 15€/mês. Termina ao 4.º mês. Cartão Prime: teto 1.000€/mês Sem custos (solo); 21€/mês (basic, ou 17€/mês em pagamento anual); 40€/mês (smart, ou 34€/mês em pagamento anual) Débito
Krak Card (Kraken) 0,5% a 2% de cashback em todas as compras elegíveis, sem limite mensal, pago em euros ou em Bitcoin (à escolha). Novos clientes têm 2% nos primeiros 30 dias, independentemente do saldo Conta Krak/Kraken verificada. Taxa conforme o saldo médio a 30 dias: 0% até 200€, 0,5% desde 200€, 1% desde 1.000€, 1,5% desde 10.000€, 2% desde 50.000€. Levantamentos e transferências não contam Sem anuidade nem custo de emissão; sem comissão de câmbio da Krak (aplica-se a taxa Mastercard); ao pagar com cripto há um spread de conversão variável Débito
Trade Republic Saveback 1% de saveback (em frações de ações/ETFs) sobre compras feitas com cartão; 2% ao pagar com crypto. O teto mensal global é de 30€, sendo de 15€ se usares apenas o saldo em euros Até 1.500€/mês de despesas (1% em euros). Exige plano de poupança ativo de pelo menos 50€/mês Sem anuidade; levantamento em ATM gratuito acima de 100€ (1€ de comissão abaixo desse valor) Débito
Trading 212** 1,5% de cashback em compras elegíveis (taxa base 0%; é preciso ativar o cashback) Atenção: novas contas em Portugal ficam na Trading 212 EU GmbH, que não emite atualmente o cartão 212 no país. Quem já tem cartão precisa de ativar o "Invest cashback" (investido numa Pie, não pago em dinheiro) e ter uma subscrição recorrente (p. ex. Netflix) detetada no cartão. Máx. 15€/mês Sem anuidade / comissão de disponibilização Débito
Santander Rewards Programa de pontos: 1 ponto por cada 2€ em compras com cartão de crédito Santander (até 2.000€/mês em compras); pontos trocáveis por reembolsos e descontos em parceiros Todos os clientes particulares (exceto menores e contas de serviços mínimos). Cartão Gold (Select): 1 ponto por 1€. Pontos válidos 12 meses. Campanhas até 30/09/2026, sujeitas a renovação Comissão de disponibilização de 3,00€/mês (reduzida para 2,25€/mês com 300€+ em compras no período de faturação anterior); isenção da primeira mensalidade no primeiro ano Crédito
Cartão Universo+ 5% em compras no Continente e Meu Super; 1% nas restantes compras (saldo creditado em Cartão Continente) Modalidade Fim do Mês. Máx. 10€/mês (120€/ano). Sem taxa de gasolineira. Não funciona com MB Way Sem anuidade / comissão de disponibilização Crédito
Unibanco Clássico Cashback varia: 5€/10€/20€ por mês conforme gasto mensal (100-299€, 300-499€, ≥500€) Só nos primeiros 12 meses (depois, confirmar com o Unibanco). Máx. ~200€/ano Sem anuidade / comissão de disponibilização Crédito

*Link patrocinado. Tabela ordenada alfabeticamente, com exceção do Bybit Card, destacado por oferecer cashback sem limite mensal. Aplicam-se termos e condições. A Bybit EU GmbH é autorizada como prestador de serviços de criptoativos ao abrigo do Regulamento MiCA pela FMA (Áustria). Os criptoativos são voláteis e podem perder a totalidade do seu valor; não beneficiam da garantia de depósitos nem do sistema de indemnização aos investidores. Este conteúdo não constitui aconselhamento de investimento. Condições verificadas a 20 de setembro de 2026.
**Link patrocinado. Para obter ações fracionadas gratuitas no valor de até 100 EUR, pode abrir uma conta na Trading 212 através de
https://www.trading212.com/join/LF ou utilizando o código "LF". Aplicam-se termos e condições. Os novos clientes residentes em Portugal são registados na Trading 212 EU GmbH, entidade registada na Alemanha e autorizada e regulada pela Autoridade Federal de Supervisão Financeira da Alemanha (BaFin), com o número de licença 10109603; as contas abertas anteriormente podem continuar registadas na Trading 212 Markets Ltd, autorizada e regulada pela CySEC (número 398/21). Ao investir, o teu capital está em risco e poderás receber menos do que o montante investido. O desempenho passado não garante resultados futuros. Os cartões 212 são emitidos pela Paynetics, que presta todos os serviços de pagamento. A T212 fornece o apoio ao cliente e a interface do utilizador. Disponível com uma Conta Invest. Podem aplicar-se outras comissões.

Promoções do Bybit Card (setembro de 2026)

O Bybit Card é a novidade desta lista: um cartão de débito Mastercard da Bybit EU (entidade europeia da exchange, com sede em Viena e autorizada ao abrigo do regulamento MiCA). Além do cashback permanente de 1% sem limite mensal, tem neste momento um pacote de boas-vindas de até 180€ para novos utilizadores:

  • 10€ de bónus de adesão: para quem nunca teve conta Bybit com carregamentos nem um Bybit Card. É preciso fazer uma recarga de 100 USDC ou mais, num período de 30 dias. O bónus é creditado após um período de verificação de 3 dias.
  • 10% de cashback nos primeiros 30 dias: durante o primeiro mês, a taxa sobe para 10%, até um máximo de 120€ de cashback (ou seja, cobre os primeiros 1.200€ de gastos), em compras financiadas com cripto e em categorias selecionadas (como viagens, restauração, moda e beleza). Atingido o limite ou o prazo, a taxa volta ao normal (1% para a maioria dos utilizadores).
  • 100% de cashback em subscrições: até 50€ adicionais devolvidos em subscrições elegíveis (como Netflix ou ChatGPT) no primeiro mês.

Podes escolher receber o cashback em USDC (uma stablecoin indexada ao dólar) ou em Bitcoin, creditado diariamente na tua conta Bybit. Se ainda não tiveres conta na Bybit EU, recebes adicionalmente a oferta de boas-vindas da exchange (até 30€ em BTC após um carregamento elegível), elevando o total das recompensas para até 210€ - explicamos tudo no nosso artigo sobre o Bybit referral code. A adesão pode ser feita através deste link.

Cuidados a ter: ao contrário dos restantes cartões desta lista, o cashback é pago em criptoativos, pelo que o valor recebido fica exposto à volatilidade do mercado cripto e não beneficia de garantia de depósitos. As promoções são temporárias e podem ser alteradas pela Bybit; confirma sempre as condições em vigor no site oficial antes de aderir.

Ficou de fora desta seleção o cartão de débito da eToro, que devolve até 4% em ações (máximo de 100€ por mês), mas só a membros Platinum ou superior do eToro Club, o que exige uma carteira de pelo menos 25.000 dólares ou uma subscrição de 4,99 dólares por mês.

Como escolher o melhor cartão

A escolha do cartão depende do teu perfil de consumo. A ideia é conciliar as tuas despesas habituais com os locais onde o cartão oferece o cashback:

  • Se gastas muito em supermercados, gasolina ou restaurantes: o Cetelem Black Plus pode ser uma boa escolha, já que dá 3% nestas categorias até 120€/ano.
  • Se fazes muitas compras online: o Curve Pay Pro (1% em seis retalhistas à escolha, por 9,99€/mês) pode compensar, mas só se os teus gastos cobrirem o custo mensal associado.
  • Se preferes juntar cashback a investimento automático: o Trade Republic Saveback aplica 1% (ou 2% ao pagar com crypto). A Trading 212 aplica 1,5% diretamente numa Pie, mas apenas para quem já tem o cartão 212 - as contas abertas agora em Portugal ficam na entidade alemã, que não emite atualmente cartão no país.
  • Se já usas criptomoedas e queres cashback sem limite mensal: o Bybit Card devolve 1% em todas as compras, pago em USDC ou Bitcoin, com 10% nos primeiros 30 dias para novos utilizadores (máx. 120€). Lembra-te de que o valor recebido fica sujeito à volatilidade dos criptoativos.
  • Se queres cashback sem teto mensal, mas pago em euros: o Krak Card da Kraken devolve 0,5% a 2% conforme o saldo médio que tiveres na Kraken (2% nos primeiros 30 dias) e não obriga a pagar com cripto.
  • Se queres um cartão simples, e sem complicações: o BankinterCard Gold oferece 3% em todas as compras durante os primeiros 12 meses, sem anuidade, embora limitado a 5€ por mês (60€ no ano).
Onde gastas mais dinheiro?
Sugestões educativas: confirma TAEG, comissões e condições no emissor antes de aderir.

A percentagem de cashback só por si não permite tomar uma decisão, devemos fazer as contas e verificar se a devolução supera os custos. Muitos cartões cobram comissões que podem anular o benefício:

  • Mensalidades ou anuidades
  • Taxas em determinadas compras (gasolineira, compras no estrangeiro)
  • Taxas em levantamentos de dinheiro
  • Penalizações por inatividade ou atraso no pagamento
  • Seguros opcionais (viagem, proteção de compras, etc.)

Outro aspeto a ter em conta são as campanhas promocionais, porque é comum oferecerem cashback mais alto no primeiro ano e reduzirem após esse período.

Checklist para escolher o melhor cartão de cashback

  • ‍Onde gasto mais? Supermercado, gasolina, viagens, compras online.‍
  • Qual é o limite? Máximo por mês ou ano e se faz sentido para os meus gastos.‍
  • Quais são os custos? Anuidade, taxas extra (gasolineiras, levantamentos) ou seguros associados.‍
  • Condições de adesão? Preciso de ser cliente do banco ou ter rendimento mínimo?‍
  • Fazer as contas. Poupança real = cashback esperado – custos do cartão.
Checklist cartão cashback - imagem ilustrativa

Como funciona o cashback

O cashback funciona de forma bastante simples: sempre que fazes uma compra com o teu cartão, uma parte desse valor volta para ti. Essa devolução é calculada em percentagem.

Como funciona o cashback - imagem ilustrativa

No entanto, cada um destes cartões tem condições específicas:

  • Limitam o cashback a categorias específicas, como supermercados ou combustíveis
  • Impõem limites mensais ao valor do cashback
  • Cobram anuidades ou comissões que podem anular este benefício

A maioria destes cartões são de crédito, por isso, o valor das compras não sai logo da tua conta, mas será cobrado na fatura mensal.

Se nesse momento não tiveres dinheiro suficiente para pagar, entram em jogo juros muito elevados. Isso pode levar a endividamento e transformar o que parecia uma poupança num custo pesado, anulando por completo qualquer vantagem do cashback.

Vamos recorrer ao BankinterCard Gold como exemplo. Este cartão devolve 3% do valor gasto, mas tem como limite 5€ por mês, o que equivale a 60€ no máximo ao longo do ano:

Página do "BankinterCard Gold" | Fonte: bankinterconsumerfinance.pt/cartoes/cartao-gold

Neste caso, o cashback oferecido traduz-se em:

  • Se fizeres uma compra de 100€, recebes 3€ de volta.
  • Se gastares 500€, em teoria recebes 15€, mas como o limite mensal é de 5€, só recebes esses 5€.

Ou seja, mesmo que a percentagem seja apelativa, o limite mensal define quanto podes realmente receber.

Como se trata de um cartão de crédito, no final do mês o banco vai buscar à tua conta o valor que gastaste.

Caso não tenhas esse dinheiro disponível, começa a ser cobrado um juro, neste caso, com TAEG de 18,5% (TAN de 18,00%).

Qualquer atraso ou pagamento parcial vai traduzir-se num juro elevado que anula por completo o benefício do cashback.

Quanto à devolução do dinheiro, esta pode ocorrer de maneiras diferentes, sendo as mais comuns:

  • Crédito na conta associada: o dinheiro vai diretamente para a tua conta bancária.
  • Saldo acumulado: ficas com um "saldo virtual" que podes usar em futuras compras ou serviços da entidade bancária.
  • Desconto direto na fatura: o valor do cashback é abatido ao valor que tens de pagar nesse mês.
  • Saveback para investir: no caso de cartões como o da Trade Republic, o valor do cashback é automaticamente investido nos teus planos de poupança.

Desvantagens e cuidados

O principal risco dos cartões com cashback é gastar mais do que precisas só para receber o cashback.

Esta situação é comparável aos saldos quando compras uma peça de roupa pelo simples facto de estar em promoção.

Apesar de não precisares, convences-te de que "poupaste" 20€, mas na verdade gastas 80€ que não estavam nos teus planos.

Com o cashback acontece o mesmo. Se aumentares o teu consumo só para acumular devoluções, acabas por perder dinheiro em vez de poupar.

Por outro lado, as taxas e anuidades podem ser superiores ao valor que recebes em cashback, e muitos cartões têm limites mensais ou anuais, onde depois de os atingires, todas as compras seguintes já não contam.

Bónus: Alternativas de cashback fora dos cartões

Além dos cartões, existem também plataformas de cashback online que permitem recuperar parte do valor gasto em compras feitas através dos seus links ou apps.

Estas opções podem ser usadas em conjunto com o cartão de cashback, aumentando ainda mais a poupança.

Letyshops

Loja Letyshops

Acedes à loja através da plataforma Letyshops e parte do valor gasto é devolvido. Pessoalmente, utilizo imenso para o aluguer de carros (na RentalCars), e inclui sites populares como Nike, Worten, Temu, Shein, entre outros.

O cashback pode variar bastante: desde 1% até 15% ou mais, dependendo da campanha e da loja, onde o valor acumulado pode ser levantado para a tua conta bancária ou PayPal.

Conclusão

O cashback pode ser uma ferramenta poderosa para poupar dinheiro, mas só faz sentido se for usado com disciplina. Idealmente deves pagar sempre a fatura na totalidade e utilizares o cartão apenas em compras que já irias fazer.

A melhor escolha depende sempre de onde e como gastas o teu dinheiro.

Para quem gasta mais em supermercado, pode compensar um cartão que devolve nessa categoria. Para quem viaja muito, talvez faça mais sentido um cartão que devolve em gasolineiras e hotéis. Se preferes a simplicidade, a solução passa por um cartão que oferece cashback em todas as compras.

Convém relembrar que aproveitar todos os benefícios dá algum trabalho, sobretudo nos cartões mais complexos, onde tens de estar atento a promoções e campanhas temporárias.

No fim, o cashback não deve ser visto como um motivo para gastar mais, mas sim como um bónus extra por fazeres as tuas compras do dia a dia.

Autor
Pedro Torres é licenciado em Engenharia Informática. Divide o seu tempo entre a programação e o mundo das finanças e dos investimentos. Vive atualmente na Holanda, mas mantém um forte apego às suas raízes em Portugal, procurando contribuir para a literacia financeira dos portugueses.