Simulador de Certificados de Aforro
Descobre quanto rende a tua poupança nos Certificados de Aforro, já com IRS e prémios de permanência.
Simulador de Certificados de Aforro
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Resultados
Capital final líquido estimado
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Capital subscrito
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Juros brutos estimados
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IRS retido na fonte
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Juros líquidos estimados
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Taxa bruta no último ano
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Os resultados são simulações indicativas e não representam aconselhamento financeiro. A simulação assume que a taxa base se mantém constante durante todo o prazo, mas na prática é revista mensalmente pelo IGCP e aplicada a cada subscrição no início de cada trimestre. Confirma sempre as condições em vigor no site do IGCP.
Valor acumulado (líquido de IRS)
Anos
Juros líquidos
Capital subscrito
Os resultados apresentados são simulações e não representam qualquer tipo de aconselhamento financeiro. A taxa bruta indicada corresponde à taxa base introduzida mais o prémio de permanência aplicável em cada ano.
Glossário
Como funciona este simulador de Certificados de Aforro?
O simulador replica as regras dos Certificados de Aforro Série F, a série atualmente em comercialização: os juros vencem-se de 3 em 3 meses, o IRS é retido na fonte e os juros líquidos são somados ao capital, que passa a render no trimestre seguinte. A partir do 2.º ano, soma automaticamente os prémios de permanência à taxa base.
Introduzes o montante, o prazo e a região onde resides. A taxa base já vem preenchida com o valor em vigor publicado pelo IGCP, mas podes alterá-la para testar cenários.
O simulador trabalha com uma subscrição de cada vez, porque é assim que os Certificados de Aforro funcionam: não existe "reforço". Cada vez que aplicas dinheiro, abres uma nova subscrição independente, com o seu próprio período de 3 meses sem poder levantar, a sua própria contagem de trimestres e prémios de permanência a começar do zero. Se quiseres simular várias aplicações, corre o simulador uma vez para cada uma.
Como é calculada a taxa de juro dos Certificados de Aforro?
A taxa de cada trimestre é a soma de duas parcelas:
- Taxa base: corresponde à média da Euribor a 3 meses observada nos 10 dias úteis anteriores ao cálculo, arredondada à terceira casa decimal. Na Série F nunca pode ser inferior a 0% nem superior a 2,5%.
- Prémio de permanência: um bónus fixo que cresce com o tempo de permanência e que se soma à taxa base a partir do 2.º ano.
A taxa base é fixada mensalmente pelo IGCP (Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública) no antepenúltimo dia útil de cada mês, para vigorar no mês seguinte. É por isso que o valor pré-preenchido no simulador é atualizado todos os meses. Cada subscrição vai buscar a taxa base em vigor no início de cada um dos seus trimestres, pelo que a remuneração real vai variando ao longo do tempo.
Exemplo: com uma taxa base de 2,474% e 10.000€ subscritos, o primeiro trimestre rende 10.000€ × 2,474% ÷ 4 = 61,85€ brutos. Depois de retido o IRS de 28% (17,32€), ficam 44,53€ líquidos que são somados ao capital.
O que são os prémios de permanência?
São um incentivo para manteres o dinheiro aplicado. Na Série F, o prémio é somado à taxa base da seguinte forma:
- 1.º ano: sem prémio
- 2.º ao 5.º ano: +0,25%
- 6.º ao 9.º ano: +0,50%
- 10.º e 11.º anos: +1,00%
- 12.º e 13.º anos: +1,50%
- 14.º e 15.º anos: +1,75%
Com a taxa base no máximo de 2,5%, a taxa bruta pode chegar a 4,25% nos dois últimos anos. A contagem é feita por subscrição: dinheiro aplicado mais tarde é uma subscrição nova, que começa no 1.º ano, sem prémio. Podes confirmar as condições na página dos CTT ou na ficha técnica do IGCP.
Que impostos pago sobre os juros?
Os juros e os prémios de permanência estão sujeitos a IRS, retido na fonte à taxa liberatória de 28% no Continente e de 22,4% nos Açores e na Madeira. O imposto é descontado antes de os juros serem somados à tua poupança, por isso não tens de declarar estes rendimentos no IRS (embora possas optar pelo englobamento, se te for favorável).
O simulador já apresenta todos os valores líquidos de IRS. Para perceberes melhor o tratamento fiscal, lê Certificados de aforro e IRS: é preciso declarar?
Posso levantar o dinheiro antes dos 15 anos?
Sim. O prazo máximo da Série F é de 15 anos, mas só ficas sem poder mexer no dinheiro durante os primeiros 3 meses. A partir daí, podes resgatar a totalidade ou apenas uma parte, em qualquer momento e sem qualquer comissão.
Há um pormenor a ter em conta: como os juros só vencem no fim de cada trimestre, se resgatares a meio de um trimestre perdes os juros desse trimestre incompleto. Por isso, o simulador só aceita prazos a partir de 3 meses e, se quiseres afinar o momento do resgate, escolhe um prazo múltiplo de 3 meses.
Quais são os limites de subscrição?
- Subscrição inicial mínima: 100€ por Conta Aforro (cada certificado vale 1€)
- Subscrições seguintes: a partir de 10€, sempre como subscrição nova e independente
- Máximo: 250.000€ por Conta Aforro na Série F, ou 500.000€ no acumulado com certificados da Série E
Não há custos de subscrição, de manutenção nem de levantamento. Podes subscrever numa Loja CTT, nos Espaços Cidadão, através do AforroNet (o serviço online do IGCP) ou na app dos CTT. O capital é garantido pelo Estado Português: ao subscrever Certificados de Aforro, estás a emprestar dinheiro ao Estado.
Certificados de Aforro, Certificados do Tesouro ou depósito a prazo?
Os três são produtos de capital garantido, mas com lógicas diferentes. Os Certificados de Aforro seguem a Euribor a 3 meses (com o teto de 2,5%) e têm liquidez trimestral, o que os torna adequados para poupança de médio prazo ou para um fundo de emergência. Os Certificados do Tesouro têm taxas fixas crescentes ao longo de vários anos e premeiam quem fica até ao fim. Os depósitos a prazo dependem da oferta de cada banco e variam muito entre instituições.
Para comparares as alternativas, lê Certificados do Tesouro vs Certificados de Aforro e o nosso ranking dos melhores depósitos a prazo. Se quiseres ver o efeito do juro composto noutros produtos, usa a Calculadora de juros compostos.
Os resultados são uma garantia?
Não. O simulador assume que a taxa base se mantém constante durante todo o prazo, mas na realidade ela é revista todos os meses em função da Euribor a 3 meses e aplicada a cada subscrição no início de cada trimestre. Se a Euribor subir ou descer, a remuneração real será diferente da simulada. O que é garantido é o capital e os prémios de permanência; a taxa base, não.
Esta ferramenta é meramente informativa e não substitui aconselhamento financeiro personalizado. Antes de subscrever, confirma as condições em vigor junto do IGCP ou dos CTT.