Simulador de amortização de crédito
Calcula o impacto de uma amortização parcial: nova prestação, poupança em juros e plano completo.
Calculadora de amortização antecipada
Preenche os dados e clica em Calcular para veres os resultados.
Resultados
Nova prestação mensal
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/mês
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Prazo do empréstimo
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Poupança total de juros
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Face ao cenário atual
Antes da amortização
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Após amortização
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/mês
Capital em dívida
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Capital em dívida
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Prazo restante
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Prazo restante
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Juros totais restantes
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Juros totais restantes
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Taxa de juro (TAN)
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Taxa de juro (TAN)
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Cenário atual vs. após amortização
Capital total (em euros €)
Anos
Antes
Após amortização
Plano de amortização
Mês
Prestação
Juros
Capital amortizado
Saldo devedor
Os resultados apresentados são simulações e não representam qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
Glossário
O que é uma amortização antecipada?
Uma amortização antecipada é o pagamento de parte (amortização parcial) ou da totalidade (amortização total) do capital em dívida do teu empréstimo antes do fim do prazo contratado. Ao reduzires o capital em dívida, reduzes também os juros que pagarias sobre esse montante até ao final do contrato.
Exemplo: Imagina que tens 150.000€ de capital em dívida a uma TAN de 4,5% durante 25 anos. Se amortizares 10.000€ hoje, o banco passa a calcular os juros sobre 140.000€ — e não sobre 150.000€. Essa diferença, multiplicada por todos os meses que faltam, traduz-se em milhares de euros poupados em juros. Para veres o plano completo do teu crédito mês a mês, podes usar o Simulador de prestação de crédito à habitação (ou o Simulador de crédito pessoal, se for esse o caso).
Reduzir a prestação ou reduzir o prazo?
Após uma amortização parcial, o banco oferece-te duas opções:
- Reduzir a prestação: mantém-se o prazo original do contrato, mas a prestação mensal diminui. Útil se queres aliviar o orçamento mensal.
- Reduzir o prazo: mantém-se o valor da prestação, mas terminas o crédito mais cedo. É a opção que gera maior poupança total em juros, porque encurtas o tempo durante o qual o banco te cobra juros.
Em termos puramente matemáticos, reduzir o prazo poupa sempre mais juros. No entanto, reduzir a prestação dá-te mais flexibilidade no curto prazo — e essa folga mensal pode ser canalizada para investir, fazer novas amortizações ou criar um fundo de emergência.
Como funciona esta ferramenta?
Esta calculadora permite-te inserir o capital em dívida atual, a TAN do teu crédito, o prazo restante e o valor que pretendes amortizar. Com base nestes dados, calcula:
- A nova prestação mensal (ou o novo prazo, consoante a opção escolhida)
- A poupança total em juros face ao cenário atual
- O plano completo antes e após a amortização
Os resultados assumem que a TAN se mantém constante até ao fim do contrato. Em créditos a taxa variável (indexados à Euribor), os valores reais variam conforme as revisões da taxa.
Ferramentas relacionadas (sugestão)
- Simulador de prestação de crédito à habitação — calcula a prestação mensal, o custo total com juros e consulta, mês a mês, a divisão entre juros e amortização.
- Simulador de crédito pessoal — calcula a prestação mensal do crédito pessoal, o custo total com juros e consulta, mês a mês, a divisão entre juros e amortização.
- Quanto posso pedir de crédito habitação? — calcula o crédito máximo com base no teu rendimento, taxa de esforço e entrada disponível.
Fórmulas utilizadas
A calculadora utiliza a fórmula clássica do sistema francês de amortização (prestações constantes):
Prestação = C × [i × (1 + i)n] / [(1 + i)n − 1]
Onde:
- C: Capital em dívida
- i: Taxa de juro mensal (TAN anual a dividir por 12)
- n: Número total de prestações restantes (em meses)
Para calcular a poupança em juros, a calculadora compara o total de juros pagos no cenário original com o total de juros pagos após a amortização (incluindo os juros do plano remanescente).
Nota: A TAN é convertida em taxa mensal dividindo por 12. Por exemplo, uma TAN de 4,5% corresponde a uma taxa mensal de 0,375% (4,5% / 12).
Vale sempre a pena amortizar?
Amortizar reduz juros, mas nem sempre é a melhor decisão financeira. Antes de avançares, considera:
- Custo de oportunidade: se a TAN do teu crédito é 4,5%, mas consegues uma rentabilidade líquida superior a investir o mesmo dinheiro (ex.: ETF diversificado), pode fazer mais sentido investir.
- Comissão de amortização antecipada: em Portugal, a comissão máxima é de 0,5% sobre o valor amortizado em créditos a taxa variável e 2% em créditos a taxa fixa. Inclui este custo na tua decisão — olha sempre para o MTIC para perceberes o custo total do crédito.
- Fundo de emergência: nunca uses o fundo de emergência para amortizar. Mantém pelo menos 3 a 6 meses de despesas em liquidez.
- Benefício fiscal: se ainda beneficias da dedução de juros no IRS (contratos anteriores a 2011), parte do "custo" do crédito é compensado pelo Estado.
- Renegociar como alternativa (ou complemento): se a tua TAN está acima do mercado, pode valer a pena tentar conseguir uma TAEG mais baixa — sozinho com o teu banco ou com a ajuda de um intermediário de crédito.
Nota final
A amortização antecipada é uma das ferramentas mais eficazes para reduzires o custo total do teu crédito habitação. Se ainda estás na fase de planear o crédito — e não a amortizar — começa por perceber quanto podes pedir de crédito habitação. No entanto, a decisão certa depende da tua situação pessoal, da taxa do teu crédito e das alternativas disponíveis no mercado.
Antes de amortizar, faz sempre as contas: por vezes, investir o mesmo valor pode gerar mais riqueza a longo prazo do que poupar juros.
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